Em um campo de Futebol, os únicos que não estão diretamente trabalhando são os torcedores, público do espetáculo que se apresenta (Apesar de encontrarmos os maus torcedores, pagos por algumas diretorias para badernar). Os jogadores estão para jogar o esporte bretão, os juízes e bandeirinhas estão lá para regular o evento, haja vista que em sociedade todos precisam de uma regulamentação para respeitar o espaço alheio, os policiais fazem a segurança, os gandulas pegam as bolas para o reinício do jogo, os treinadores tentam tirar o melhor de seus atletas, os médicos atendem em alguma eventual necessidade e claro, a imprensa, noticia para quem não pode estar lá, o que está acontencendo, trazendo informações pertinentes (às vezes, nem sempre) e ilustrando as emoções, que são muitas num campo de jogo. Chega mesmo a dar a partida um maior ar de profissionalismo.
Mas tudo bem, é até compreensível. O que me chocou foi a "muvuca" (Não consigo encontrar uma expressão melhor) que se causou a partir da saída de campo de Ronaldo. Uma falta de educação tal que não se pode justificar pela importância do entrevistado. Sejamos bem drásticos: E se o microfone que inchou o olho de Ronaldo fosse um ferro utilizado na haste de algum equipamento e viesse, até, a cegar o jogador? Seria o fim de uma carreira que ele lutou tanto para retomar, não é mesmo?
Não seria mais lógico abrir espaço para a saída do Fenômeno, enquadrar melho o ângulo das fotos e aguardar uma coletiva que contemplaria as informações pertinentes ao espectador?
E aí só me resta repetir a pergunta: Imprensa Brasileira, é necessário tanto?
Crédito da Imagem: GloboEsporte.com
1 comentários:
Bom pelo que eu vejo no futebol europeu você não vê nenhum reporter dentro de campo em momento algum assim quando acaba a partida alguns jogadores vão para um lugar fora do campo perto de vestiario e fala com as imprensa mais se tratando de BRASIL axo dificil que algum dia aqui sera como lá
Postar um comentário